Capa do artigo com o título "4 motivos que nos levaram a ser remote first", do Laboratório Bridge
Tempo de Leitura: 4 minutos

4 motivos que nos levaram a ser remote first

Entenda o que isso significa e como o Laboratório Bridge quer aplicar a Política de Trabalho Remoto na prática

Conteúdo produzido por Luísa Lacerda

Depois de mais de 2 anos em trabalho remoto devido à pandemia, enfim o Bridge vai retornar à sua sede em Florianópolis. Porém, agora, com uma nova política de trabalho: somos remote first! 💙💻

O que isso quer dizer na prática? É sobre o que vamos falar hoje! Vem conferir os motivos que nos levaram a optar por essa modalidade e o que isso significa. 👇

A mudança de trabalho 100% presencial para remote first

Desde março de 2020, tivemos uma grande jornada de adaptação e aprendizagem no trabalho remoto emergencial. Quando tudo parecia estar estável e funcionando bem, um novo desafio foi lançado: a volta da opção de trabalho presencial. Agora, nosso objetivo é conciliar o trabalho presencial ao remoto e temos como foco sermos remote first!

Esse termo, que em tradução literal significa “remoto primeiro” em português, é utilizado para definir as organizações que dão preferência para a execução de tarefas à distância, fora da sede. É adotar o trabalho remoto como o padrão!

Isso significa trabalhar a favor de um ambiente onde todos conseguem realizar o melhor do seu trabalho. Para quem estiver trabalhando de casa, a ideia é que continue existindo a flexibilidade que o trabalho remoto oferece. Quem optar por trabalhar presencialmente não sofrerá prejuízos em comunicação, motivação e resultados, por estar trabalhando ao mesmo tempo e no mesmo ambiente.  

Por que tomamos a decisão?

Optar pelo remote first só veio depois de muita conversa e escuta ao que os bridgers necessitavam. Alguns motivos foram decisivos na hora da tomada de decisão. Vamos compartilhar eles agora!

1. Um empurrãozinho na gestão do conhecimento

Com o trabalho remoto, ficou muito mais fácil registrar a nossa rotina de trabalho! Nas equipes do Núcleo de Gestão, o quadro kanban, que era uma cartolina branca com post its na parede, virou um quadro virtual no Trello, onde é possível inserir e buscar por tarefas de forma muito mais facilitada, além de manter todo o histórico.

Além disso, a maior parte da comunicação agora acontece via Slack, e por meio de mensagens de texto, áudio ou vídeo, mantemos mais uma forma de registro das decisões tomadas na rotina. Quando bem organizado, o canal de comunicação da organização vira um grande aliado. 

2. Juntar todo mundo ficou mais fácil

Pouca gente sabe disso, mas houve um tempo em que a nossa famosa iniciativa Compartilhar dá +XP, que hoje chega a reunir quase uma centena de pessoas em uma sala do Google Meet, era restrita à participação de 20 bridgers em uma sala de reunião. A gente até tentava flexibilizar, realizando a transmissão ao vivo para o nosso YouTube, mas antes do trabalho remoto compulsório, assistir apresentações por esse formato ainda não era costume. 

Acreditamos que, após dois anos de aprendizado organizacional, os bridgers estarão muito mais familiarizados com ferramentas virtuais para realizar as mesmas atividades que já realizavam no formato presencial, incluindo a participação em eventos. Apesar deste fator a favor para a implementação de um ambiente remote first, também estamos atentos aos desafios em manter o virtual e o físico integrados e alinhados constantemente

3. Confiança é o nosso segundo nome

Desde os tempos de trabalho exclusivamente presencial, o Bridge sempre confiou nos seus colaboradores. Uma prova disso é que já estávamos planejando oferecer a modalidade de trabalho remoto aos bridgers antes da pandemia trazer essa necessidade. Além disso,  essa confiança foi essencial para uma adaptação ágil de todo o nosso ambiente de trabalho, diretamente do nosso espaço físico em Florianópolis para o Slack, Google Workspace, Github e por aí vai…

Essa confiança também é essencial para o funcionamento dos nossos times de forma autônoma e auto organizada, de acordo com as diretrizes da nossa gestão organizacional e de projetos, como a metodologia ágil. 

4. Qualidade de vida é uma prioridade

A gente sabe que o conceito de qualidade é relativo. Por isso, estamos investindo em oferecer diferentes possibilidades de trabalho, para que os bridgers possam escolher a que melhor se adeque às suas preferências e estilo de vida. Mora longe do trabalho e quer evitar o trânsito? A nossa modalidade remota permite essa fuga. Prefere utilizar a infraestrutura física que a organização oferece? Pode optar pela modalidade presencial.

Sabemos que nossos colaboradores têm diferentes estilos de vida: alguns são bolsistas, que possuem um horário de trabalho conturbado  por causa das aulas da universidade; outros já são pais e dependem do horário da escola para organizar a sua rotina, entre outras razões. Independente do motivo, o Bridge busca atender a todos. Contribuir para o bem das pessoas faz parte da nossa missão – e isso se aplica também aos colaboradores.

Conheça a Política de Trabalho Remoto do Bridge

A partir de abril de 2022, os bridgers podem escolher entre trabalhar em regime 100% presencial ou remoto! As políticas entram em vigor junto com a volta das aulas presenciais de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da qual fazemos parte como Laboratório Universitário.

Caso o bridger escolha o modelo presencial, terá sua própria estação de trabalho, com o recebimento de vale transporte e vale-alimentação ou refeição (para celetistas), e trabalhará todos os dias diretamente do prédio do Laboratório.

Já no regime remoto, o colaborador poderá realizar suas tarefas fora da sede, podendo comparecer ao Laboratório até duas vezes por semana. O bridger trabalhará com equipamentos emprestados pelo Lab, receberá vale-alimentação ou refeição e auxílio home office (para celetistas).

Ah, e caso ele faça a escolha por um modelo e depois de algum tempo precise mudar, não há problema! Assim, todo mundo pode fazer o que for mais adequado para determinado momento.


E aí, curtiu a nossa Política de Trabalho Remoto?
Então confere nossas vagas na aba “Trabalhe conosco” e vem ser bridger! 💙


O Laboratório Bridge atua no Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina (CTC/UFSC), com equipes formadas por bolsistas graduandos, pós-graduandos e profissionais contratados. É orientado por professores do CTC e do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFSC).

Desde 2013, desenvolvemos sistemas e aplicativos para gerenciamento da saúde pública em parceria com o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

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