Ilustração: Rodolpho Malvestiti
Tempo de Leitura: 3 minutos

3 vezes em que o Bridge inovou a gestão da saúde pública brasileira

No Dia da Criatividade e Inovação, contamos o sucesso de projetos desenvolvidos no Laboratório e que fazem a diferença para os brasileiros

Conteúdo produzido por Mahara Aguiar

A área da tecnologia sempre foi permeada pelo conceito de inovação. Queremos sempre fazer algo maior e melhor, mas sabendo que precisamos ser eficientes e surpreendentes. Afinal, é isso que significa ser inovador.

No Bridge não é diferente. A inovação da gestão de saúde pública brasileira através da tecnologia está na nossa constituição. Lá em 2013, surgimos como Laboratório da UFSC justamente para inovar e informatizar nessa área.

Por isso, neste Dia Mundial da Criatividade e Inovação, trazemos três cases de sucesso aqui da casa, quando o Bridge mostrou que a inovação na área da gestão pública é possível: o e-SUS APS, o RNI e o SISMOB Cidadão.

Quando informatizamos a Atenção Primária à Saúde

A construção do e-SUS APS (na época, chamado de e-SUS AB) começou em 2013. Era um projeto de grandes dimensões, desafiador para o Ministério da Saúde (MS). Tivemos a oportunidade de concretizar a informatização completa da Atenção Primária de Saúde do SUS, desenvolvendo o e-SUS APS.

O e-SUS APS é uma estratégia de informatização estabelecida pelo Ministério da Saúde, contendo produtos como o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) e aplicativos mobile que facilitam a ação dos agentes de saúde.

Todos foram desenvolvidos pelo Laboratório e estão disponíveis gratuitamente para os municípios.

No Centralizador Nacional do e-SUS APS, o Ministério da Saúde recebe e processa aproximadamente 1,5 milhões de registros diários. O MS também possui, através da coleta dos dados registrados no e-SUS APS, um banco de dados em saúde com mais de 4 bilhões de registros.

Assim, contribuímos para que as áreas técnicas tracem planos concretos de ações em saúde no Brasil! 🤩

Com o nosso e-SUS APS, o cidadão passou a ter seus registros da Atenção Primária num sistema informatizado. A estratégia garante ao profissional de saúde rápido acesso aos seus dados, minimizando riscos no cuidado continuado de sua saúde.

Como inovamos: fomentando a cultura de prontuário eletrônico, com o uso de tecnologia moderna e arquitetura escalável, capaz de atender diversos cenários de implantação. Centralizando informações de saúde de todo o Brasil, possibilitando ações concretas baseadas em dados.

Quando trouxemos transparência ao setor de próteses

Concluída em 2018, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da “Máfia das Órteses e Próteses” estava destinada a investigar irregularidades em serviços médicos do tipo. A CPI identificou fragilidades na gestão da área e a necessidade de um sistema de informação nacional.

Pra sanar essas demandas, criamos o Registro Nacional de Implantes (RNI), que dá transparência e auxilia no monitoramento dos implantes realizados.

Junto da ANVISA, o Bridge montou o sistema para rastrear próteses, órteses e stents coronários implantados em pacientes da rede pública e privada.

O RNI é capaz de contribuir para o combate a atos ilegais na área, registrando as cirurgias realizadas, coletando dados do profissional, do componente utilizado, do fabricante, etc.

Como inovamos: Desenvolvendo um sistema de registro que atendia a uma necessidade real do país. Minimizando os riscos de ilegalidades dentro da área das próteses e órteses na medicina brasileira.

Quando possibilitamos que cidadãos fiscalizem as obras na Saúde

Você já viu uma obra de Unidade de Saúde sendo construída e se perguntou quando fica pronta? Ou quanto saiu dos cofres públicos?

É exatamente pra solucionar essas dúvidas que entregamos ao Ministério da Saúde um aplicativo chamado SISMOB Cidadão. Qualquer cidadão pode baixá-lo na Google Play (inclusive você!).

O SISMOB 2.0 já era o nosso sistema de gestão de obras na Saúde, disponível para gestores e secretários da área. Com a versão Cidadão, cada brasileiro pode acessar os cadastros de todas as obras da Saúde: data de início, previsão de finalização, investimentos públicos, etc.

E caso haja irregularidade entre o que está cadastrado e o que você está vendo no seu dia-a-dia, também existe um canal para denúncias anônimas, apuradas depois pelo Ministério da Saúde.

Sabia que o SISMOB Cidadão foi tão inovador que chegou até mesmo nos jornais de Santa Catarina? Confira a matéria na BandTV!

Como inovamos: Desenvolvendo, com o uso de tecnologia mobile, uma ferramenta de transparência e controle de gastos. Tornando o cidadão um parceiro no processo de gestão de obras para o serviço de saúde.


Estas são apenas três das diversas iniciativas bem-sucedidas de inovação e modernização da saúde pública. Nossa missão é continuar trazendo inovação para a área: temos projetos da DEGTS, a plataforma O Brasil Conta Comigo, aplicativos mobile do e-SUS APS, e mais.

E vamos continuar trazendo todas as informações e atualizações sobre eles pra você! Para ficar ligado no que o Bridge continua produzindo, nos siga nas redes sociais. Estamos no LinkedIn e no Instagram!

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O Laboratório Bridge atua no Centro Tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina (CTC/UFSC), com equipes formadas por bolsistas graduandos, pós-graduandos e profissionais contratados. É orientado por professores do CTC e do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFSC).

Desde 2013, desenvolvemos sistemas e aplicativos para gerenciamento da saúde pública em parceria com o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

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